• CarlaRibeiro

Ama ou odeia o seu trabalho?

Os dados sobre este tópico são inconsistentes e os resultados de inquéritos contraditórios mas a questão central mantém-se: muitas pessoas tanto amam como odeiam os seus trabalhos, enquanto algumas se situam no meio.



Qualquer que seja a situação, a Adecco aconselha a dar um passo atrás, avaliar calmamente o seu trabalho atual e determinar os seus verdadeiros sentimentos. De acordo com esta consultora, de um modo geral, este é um exercício interessante e construtivo quando está a decidir ficar ou ir à procura de emprego e identifica cinco factores chave — ou questões - para ajudá-lo a avaliar a sua satisfação profissional:


Tem medo de ir trabalhar de manhã?

Tente definir os motivos exatos porque tem medo do seu trabalho e ver se consegue mudá-los. Por exemplo, está aborrecido? Está retido? O seu chefe coloca-lhe demasiada pressão? Fale com o seu diretor sobre aprendizagem de oportunidades, diversifique a sua carga de trabalho, eliminado algumas coisas do seu trabalho—qualquer coisa que o ajude a resolver o seu problema singular.


Tem as ferramentas adequadas para fazer o seu trabalho com o melhor da sua capacidade?

Esta é muito fácil de medir. Pode saber qual a tecnologia e quais as ferramentas que podem tornar o seu trabalho mais eficiente e produtivo, mas se a sua empresa não investir nesses recursos o seu talento é desperdiçado. O pior é que a falta de equipamento poderia colocar muitas coisas em risco além das suas competências, como a sua progressão profissional, até mesmo a sua segurança. Conhecer o seu talento, potencial—e até mesmo conforto— é fundamental e quando procura um emprego, certifique-se que ele está indicado para si. Ao solicitar esta informação, não só está a cuidar de si, mas mostrando a sua ambição e conhecimento aos empregadores.


Os seus colegas de trabalho criam um ambiente de tóxico?

Se estiver numa ou mais situações desconfortáveis por causa do seu diretor ou dos seus colegas de trabalho, fale com os RH imediatamente. E estas situações incluem comunicação rude, de tópicos incómodos, gestos inapropriados, etc. Leve a(s) questão(ões) discretamente ao RH e trabalhe para corrigi-las. Se não observar melhorias, provavelmente está na hora de ir embora. Não conseguirá ficar aqui muito mais tempo.


Tem um(a) “companheiro(a) de trabalho” ou um(a) melhor amigo(a) no escritório?

Independentemente do rótulo, nós estamos a falar de alguém que o apoia no local de trabalho. Alguém com que possa contar, falar e confiar? Alguém que cria o oposto de um ambiente tóxico. Se tem essa pessoa, ótimo. Porque ficaria surpreendido com a quantidade de conforto que essa pessoa traz. Podem ajudar a manter a sua sanidade e a tornar o seu emprego mais gratificante. Quando gasta à volta de 40 horas no mesmo lugar todas as semanas, não pode fazê-lo sozinho no seu espaço ou escritório. E, precisa mais do que de momentos sociais leves nas reuniões; precisa de um amigo com que possa contar.

Está a ser pago com um salário competitivo?


Nós deixamos o melhor (ou talvez o mais importante) para último—pelo menos para muitos trabalhadores. Porque, goste ou não, o dinheiro é importante; todos nós temos contas para pagar e coisas para fazer. Então, está a ser remunerado com o que merece tendo em consideração o seu cargo, a sua localização e a sua contribuição? Analise e pense.


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