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António Champalimaud, Um Olhar

A Dom Quixote edita no dia 3 de novembro, “António Champalimaud, Um Olhar”, biografia de um dos maiores empresários da História de Portugal, escrita por Jaime Nogueira Pinto, que ouviu muitos dos seus familiares, amigos e colaboradores, para fazer um retrato do percurso, da obra e do legado de um dos homens que mais marcou a sociedade e a economia do século XX português.

“Para escrever este livro, recorri à minha relação de muitos anos com António Champalimaud e aos testemunhos e registos fotográficos de familiares seus e colaboradores próximos. A Fundação Champalimaud deu-me livre acesso ao seu arquivo de imagens”, escreve Jaime Nogueira Pinto, no final das quase 400 páginas, ilustradas por dezenas de fotos, muitas das quais inéditas, até agora na posse da família.



À data da sua morte, em 2004, António Champalimaud construíra uma fortuna incomparável entre os mais ricos de Portugal. Teve uma vida feita de altos e baixos, de ascensões e quedas, uma vida longa, nunca serena, nunca sossegada, rica em combates, derrotas, vitórias: do miúdo à solta na Quinta da Marinha ao aluno enclausurado no colégio; do adolescente às voltas no poço da morte ou, pelos ares, de avioneta, ao rapaz de 19 anos que levanta as empresas do pai; do estratega dos cimentos ao pioneiro da siderurgia; do exilado ao retornado.


“António Champalimaud, um Olhar” é escrito por Jaime Nogueira Pinto, em colaboração com Inês Pinto Basto e Maria Luísa Esteves da Fonseca.

A sua vida foi, no entanto, muito mais do que gerir negócios e acumular riqueza. Tinha uma personalidade forte e carismática que marcou familiares e amigos e lhe deu visibilidade na sociedade portuguesa. Um temperamento apaixonado, que se comprazia com a natureza africana e o mato brasileiro. Uma curiosidade intelectual grande, que o fez ter interesses variados e aprofundar gostos. Sempre, uma vontade de deixar marca para a posteridade, que o levou a enveredar no final da vida pela filantropia. Talvez, por isso, tenha dito: “A riqueza nunca me interessou. A paixão de criar é que a minha suprema forma de estar na vida. Criar é a mais alta forma de viver”.


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