• CarlaRibeiro

Abriu um atelier de Pastéis de Nata no Porto!

Na Rua Mouzinho da Silveira 27, no Porto, nasceu o Castro – Atelier de Pastéis de Nata, a primeira marca própria do grupo Plateform a ser criada de raiz para a Invicta, com a expansão para outras cidades em vista.



A qualidade premium dos ingredientes da receita Castro faz destes pastéis artesanais sérios candidatos a serem uma referência em todo o país. “Usamos a técnica original ancestral com alguns detalhes na confecção que vão permanecer em segredo”, adianta Rui Sanches, CEO da Plateform. Não é um pastel qualquer. Por exemplo, o creme é maturado por 24 horas antes de rechear as formas de massa folhada.


Há diferentes formas de o saborear, mas só uma de o confeccionar. O pastel de nata Castro é fiel à receita secular, mas não esconde um segredo, e sim vários... na massa crocante e estaladiça, no recheio suave e ligeiramente queimado com um final cítrico e na textura cremosa.



Toda a ação do Cstro – Atelier de Pastéis de Nata acontece num espaço aberto e à vista de todos, onde os pastéis são preparados fase a fase, até terminarem na vitrine à entrada da loja. A supervisionar todos esses momentos está Daniel Seixas, chef-artesão, que aprimorou a receita original para que o melhor produto pudesse ser provado.


Quem por ali passar vai certamente deter-se, uma vez que é difícil não reparar no toldo azul royal e nos azulejos antigos que cobrem a fachada do atelier.


As loiças foram criadas em parceria com a Vista Alegre, numa colecção que revive os clássicos desta casa. As do Castro têm um rebordo dourado a que se junta uma fina lista azul escura. Todo e cada elemento da decoração e do serviço foi pensado ao pormenor para que se criasse um espaço harmonioso e elegante, dos candeeiros às cerâmicas, aos sacos e embalagens de papelão com inscrições douradas – é ouro sobre azul.


O Castro visto à lupa

  1. A massa é leve e crocante, esteja quente ou frio;

  2. O recheio é aveludado, cremoso e escorre levemente assim que saboreado;

  3. O pastel é servido relativamente queimado no topo e a primeira dentada é sonora;

  4. Pode ser polvilhado com açúcar em pó e canela nas quantidades certas;

  5. Deve ser comido em três ou quatro dentadas – não mais –, ou à colher para quem prefere apreciar primeiro o recheio e só depois a massa;

  6. Pode, e deve, ser acompanhado com um café, copo de vinho do Porto ou uma ginjinha.


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