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  • Foto do escritorbegoodmust

Há um novo boutique hotel cinco estrelas no Porto

The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é um boutique hotel cinco estrelas que se posiciona no segmento de luxo, para momentos de lazer e city breaks que beneficiam da centralidade e da proximidade a pontos de interesse na cidade como os bairros das artes ou a movida portuense.





Entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada acaba de abrir The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel, a quarta unidade da Sonae Capital na cidade do Porto, integrada no Grupo The Editory Collection. Com um investimento de cerca de 20 M€, o hotel apresenta um projeto de arquitetura e design de interiores assinado pela Ding Dong, que assume uma diferenciação de todas as unidades cinco estrelas que existem na cidade do Porto.

The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel resulta de uma parceria entre a FVC Group (developer) e a SC Hospitality, unidade de negócio de hotelaria da Sonae Capital (operador), inserindo-se numa zona da cidade bastante consolidada, estando mesmo classificado como parte de um conjunto de interesse público - A Avenida dos Aliados, traçada no início do século XIX, e a Rua do Almada, cuja traça remonta ao final do século XVIII.

Na junção destes dois edifícios surge o mote para as áreas sociais do hotel, com a criação de um percurso que articula a Avenida dos Aliados, com um cariz mais turístico e quase institucional, com a Rua do Almada, emergente e cheia de vida local.

O hotel procura recriar, de forma contemporânea, uma tradição da vivência boémia e de consumo local do Porto de outras épocas. Nessa linha, o conceito começa precisamente na afirmação do local: a convivência com os costumes, pelo mergulho no coração do Porto marcado pelo comércio, pela gastronomia típica, pelo sotaque, pelos hábitos que marcam as diferentes horas da cidade.


Elegância vintage no conforto contemporâneo

Uma homenagem ao passado elegante, revisitado, com um desenho cuidado e sempre feito na dualidade entre um espaço público e um ambiente residencial, desenha-se entre tons de verde seco e rosa-claro nos corredores, assumindo tons mais fortes nos quartos e suites e destacando peças de decoração e pormenores nos acabamentos que remetem o visitante para outras décadas da História.

Um total de 68 quartos divide-se em 8 categorias – cozy, standard, city view, superior city view, Aliados view, superior Aliados view e Suite Aliados -, obedecendo ainda à segmentação Aliados ou Almada, dependendo da frente do edifício de que beneficiam. Tratando-se de um design hotel, cumpre o compromisso de dotar cada quarto de uma imagem própria, em que as linhas do mobiliário, os adereços utilizados, o acesso às graníticas varandas da Avenida dos Aliados e o equilíbrio de luminosidade se fazem com elegância e sofisticação.

Com matérias elegantes, naturais e de qualidade superior, o ambiente exala a manualidade, a sofisticação discreta e a intemporalidade. Foram usadas diferentes texturas das matérias e a luz expressiva para acrescentar profundidade e um carácter intimista. Mais do que desenhar um hotel excecional, a intenção foi estabelecer um vínculo à cidade através do seu lifestyle particular. O espírito do edifício e dos seus interiores mantém-se inalterado, mantendo um imaginário construído.

Provocação à mesa: a mistura do conceito de cabaret com clube noturno

O restaurante do Editory Boulevard Aliados expressa em toda a sua dimensão uma provocação. Para além de assumir um desafio aos cinco sentidos, à mesa há a missão de surpreender e de criar dúvida e curiosidade sobre os alimentos servidos e respetivas conjugações improváveis.

Num ambiente que apresenta uma mescla do conceito de cabaret e de clube noturno, o restaurante afirma-se num contexto de inspiração circense com pormenores burlescos que remetem para o registo vintage em constante provocação. Há, simultaneamente, um subtil erotismo na mensagem que também se traduz nos sabores presentes na Carta, com assinatura do Chef André Silva.

Com capacidade para 50 pessoas, o restaurante funciona diariamente ao almoço, entre o meio-dia e as 14h30, e ao jantar, entre as 19 horas e a meia-noite. Aberto durante todo o dia, o bar – com capacidade para cerca de 30 lugares - apresenta uma carta de cocktails de autor inspirada no tema que o define: o burlesco.

Reviver o Porto sem esquecer a arte

A arte está bastante vincada em todos os espaços do hotel, com artistas de renome a assinar peças presentes em diferentes contextos. Há peças históricas misturadas com outras feitas à medida por artesãos, numa profusão eclética e dinâmica, resultando numa atmosfera doméstica e urbanamente confortável.

Criteriosamente escolhida pela Ding Dong, a arte é um dos elementos fulcrais do projeto: no bar, dois murais de grandes dimensões foram desenvolvidos pela artista portuense Sofia Torres, cuja criação se estende às obras originais presentes nos quartos. Na entrada, o visitante é recebido com uma fotografia de grandes dimensões do fotógrafo Pedro Lobo, enquanto no lobby, a Natureza Morta a Óleo de Ricardo Leite e a tapeçaria Jacarandá de Ding Dong por Ferreira de Sá impõem uma presença forte, mas igualmente elegante.

No corredor, é possível apreciar a colagem e a técnica mista de Jorge Ramos e o acrílico sobre tela de Filipe Garcia e, ao chegar ao bar, uma fotografia de Mónica Menez e uma escultura de João Galrão marcam o espaço. Descendo ao piso -1, uma fotografia em suporte metálico de Teresa Marques dos Santos partilha o espaço com uma fotografia de Pedro Lobo.

De particular destaque são também as peças de artesanato escolhidas, que vão desde as máscaras tradicionais de Lazarim presentes no piso -1 ao candeeiro ananás de latoaria portuguesa na receção, passando pela sinalética desenhada em colaboração com o atelier de cerâmica FAM, Feito à Mão, os azulejos do saguão feitos manualmente e sob encomenda para o efeito pela FAM, os tapetes de Monsaraz desenvolvidos pela Fabricaal para o projeto, entre outros pontos de referência que apresentam o valor patrimonial de peças produzidas em Portugal.


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