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Como o frio pode causar alterações no ciclo menstrual e afetar a saúde íntima

Com o frio que se tem feito sentir nestes dias, a saúde, especialmente a das mulheres, pode ser afetada negativamente. A INTIMINA, empresa que oferece a primeira gama de produtos dedicados ao cuidado da saúde íntima feminina, lançou um estudo sobre como o frio pode causar alterações ao ciclo menstrual e afetar alguns aspetos da saúde íntima.



O estudo permite conhecer que tipo de alterações as mulheres identificam durante o

inverno e quantas falam sobre os problemas da sua saúde menstrual. Segundo os resultados, o inverno e o frio podem afetar o ciclo menstrual, com 3 em cada 10 mulheres a afirmar que sentem mais dores menstruais nesta altura do ano. Outras alterações ao ciclo mencionadas são a irregularidade ou a duração do período. A menstruação apresenta vários sintomas comuns, como inchaço e gases apontados por 67% das mulheres e ansiedade e enxaquecas, referidas por 39%. Dos menos comuns identificam-se diarreia, pele sensível e desconforto na bexiga ou reto.


3 em cada 10 mulheres afirmam que sentem mais dores menstruais no inverno

E como se justifica que esta estação apresente um efeito determinante na saúde íntima

feminina?

De acordo com um estudo publicado em 2010 1 , a luz solar será a razão principal.

Uma exposição ao sol reduzida traduz-se diretamente em menor produção da hormona

estimulante dos folículos (FSH) e de hormonas tiroideias, levando a um abrandamento do

metabolismo e a ciclos menstruais atípicos.



A saúde íntima feminina além da menstruação

Sobre partilhar experiências de sintomas durante o ciclo, 5% das mulheres afirma não falar

com ninguém. Quando falam, optam por falar com o/a parceiro/a (65%), amigas (56%) e

com os pais (47%). Apenas 43% opta por falar com o seu médico.

Os problemas de saúde íntima não estão apenas relacionados com a menstruação. As

mulheres enfrentam outras condições como a debilitação do pavimento pélvico, que é

muito comum. Contudo, não é um tema falado abertamente, o que leva ao desconhecimento em como resolver e fortalecer estes músculos.

Assim, 6 em cada 10 mulheres, entre os 35 e 45 anos, apresenta um pavimento pélvico

enfraquecido, revelando perdas ocasionais de urina em situações quotidianas como rir,

tossir ou levantar pesos. A maioria desconhece que se trata de um sintoma de disfunção do

pavimento pélvico e que estes músculos podem ser treinados com os exercícios certos e,

desta forma, evitar desconfortos como a incontinência.



Faça uma rotina de exercícios pélvicos simples

Além dos exercícios de Kegel tradicionais, para reforçar os músculos do pavimento pélvico,

também existem exercitadores específicos como o KegelSmart da INTIMINA, que

proporciona uma rotina de exercícios pélvicos simples em apenas 5 minutos por dia,

apresentando uma melhoria significativa na força do pavimento pélvico em 12 semanas

Quaisquer que sejam os problemas de saúde das mulheres, estas devem saber que podem,

e devem, falar com amigos e familiares, mas mais importante, com o seu médico. Os

especialistas são quem podem educar as mulheres sobre as opções de tratamento e

encaminhá-las da melhor forma possível. Se a razão de determinada disfunção for o

pavimento pélvico enfraquecido, deve-se consultar um ginecologista ou um fisioterapeuta

especializado que possa criar um plano de exercícios adaptado a cada pessoa.

O estudo foi realizado junto de mais de 5000 mulheres de países europeus, incluindo Espanha, Reino Unido, Itália e França, e dos Estados Unidos da América, na faixa etária entre os 18 e os 45 anos.

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