• CarlaRibeiro

A história de Colette

Numa interpretação soberba de Keira Knightley, com duas nomeações aos Óscares (‘O Jogo da Imitação’ e ‘Orgulho e Preconceito’), Colette chega aos cinemas nacionais a 13 de Dezembro, contando a extraordinária história da mais importante escritora francesa do século XIX, em busca da sua liberdade e da sua voz artística.

Uma mulher à frente do seu tempo, Colette foi nomeada para o Prémio Nobel da Literatura em 1948

Colette é uma romancista francesa que sofre com o seu casamento abusivo e com o seu parceiro que tenta ganhar créditos com as suas obras de maneira ilegal. Para superá-lo, ela emerge como uma grande escritora no seu país e, consequentemente, como uma candidata para o Prémio Nobel em Literatura.



Colette começa logo a trabalhar na editora de Henry, onde se torna um dos seus escritores fantasma. Quando publica a série “Claudine”, romance semiautobiográfico que definiria um novo tipo de arquétipo – o adolescente -, a obra torna-se um sucesso e uma sensação cultural. Com isto, Willy e Colette tornam-se um casal celebridade da Belle Époque, mas a recusa de Willy em reconhecer a autoria de Colette leva ao fim do casamento de ambos.

Pela sua parte, Colette inicia uma série de relações com mulheres, uma das quais com Mathilde de Morny ou “Missy”, uma aristocrata que desafia os padrões da época. 


Depois de se apaixonar e casar com o autor e editor Henry Gauthier-Villars (Domenic West), mais conhecido por “Willy”, Sidonie-Gabrielle Colette (Keira Knightley) troca o campo pelas ruas e salões artísticos da Paris do virar do século XIX

Colette esforça-se por alcançar a sua liberdade e voz artística, vindo a tornando-se numa das figuras mais celebradas da literatura francesa, e escrito dezenas de obras, entre as quais Chéri (1920) e Gigi (1944), que viria a inspirar o filme de Vincente Minnelli e o musical da Broadway.


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