• CarlaRibeiro

Lisboa, chão sagrado

Um romance contemporâneo, brutal, honesto e sem papas na língua. Uma história sobre o desejo, a promessa que se interrompe e como sobreviver à devastação deixada pelo grande amor.

Lisboa, chão sagrado, de Ana Bárbara Pedrosa, Editora Bertrand; € 15,50

Ana Bárbara Pedrosa é o novo nome da literatura portuguesa. Licenciada em Línguas Aplicadas, mestre em Estudos Portugueses, pós-graduada em Linguística e em Economia e Políticas Públicas, e doutorada em Ciências Humanas, esta nova autora estreia-se, na Bertrand Editora, na literatura de ficção com «Lisboa, chão sagrado».


«Este livro é uma lufada de juventude, no meio da mesmice da nossa literatura contemporânea», escreve o autor brasileiro, vencedor da edição de 2018 do Prémio LeYa.

Eduarda, Mariana, Noé, Matias e Dulcineia são os eixos de «Lisboa, chão sagrado», numa teia que se estende de Lisboa ao Rio de Janeiro, do interior da Bahia à Palestina. Um romance contemporâneo, brutal, honesto e sem papas na língua. Uma história sobre o desejo, a promessa que se interrompe e como sobreviver à devastação deixada pelo grande amor. Nas ligações entre as personagens, a cama aparece como lugar de animalidade onde todos os conflitos, materiais ou emocionais, se resolvem: o amor, a falta dele, o tédio, a tristeza, o luto, a vingança, a excitação, o estímulo da decadência. De resto, são as expectativas frustradas, os desencontros, o improviso perante o novo.


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