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Mulheres sentem mais frio? A resposta está na ciência (e não é um mito)

  • Foto do escritor: begoodmust
    begoodmust
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

É uma discussão clássica do verão: há quem queira o ar condicionado nos 21 graus e quem já esteja a vestir um casaco. A pergunta surge quase sempre: afinal, as mulheres têm mesmo mais frio do que os homens? A resposta é sim... mas não em todos os casos.


Mulheres sentem mais frio? A resposta está na ciência (e não é um mito)

Segundo a Thermor, existem diferenças fisiológicas que ajudam a explicar porque muitas mulheres são mais sensíveis ao frio, embora isso esteja longe de ser uma regra universal.


A culpa pode ser dos músculos

Em média, os homens têm mais massa muscular, que produz calor de forma constante. Como as mulheres tendem a ter menos músculo, também produzem menos calor metabólico, o que pode fazer com que sintam frio mais depressa.


Mãos e pés frios? Há uma explicação

Outro fator importante é a circulação sanguínea. Quando a temperatura desce, o organismo reduz o fluxo de sangue para as extremidades para proteger os órgãos vitais. Nas mulheres, esta resposta costuma ser mais acentuada, o que explica porque mãos e pés arrefecem mais rapidamente.


As hormonas também influenciam

Ao longo do ciclo menstrual, as alterações hormonais podem modificar ligeiramente a temperatura corporal e a forma como o corpo reage ao calor e ao frio. É mais um fator que ajuda a explicar porque a sensação térmica pode variar.


Nem tudo depende dos graus

Se já entrou numa sala a 25 graus depois de estar na rua com quase 40 e a achou gelada, sabe do que falamos. O cérebro compara constantemente a temperatura atual com aquela a que esteve exposto antes, por isso duas pessoas podem sentir o mesmo espaço de forma completamente diferente.

A humidade, a idade, a atividade física e até o estado de saúde também influenciam a forma como cada um sente a temperatura.


Então existe uma temperatura perfeita?

Não. O conforto térmico depende de vários fatores e não apenas do número que aparece no termóstato. Um bom isolamento, ventilação adequada e níveis equilibrados de humidade podem fazer tanta diferença como aumentar ou baixar um ou dois graus.

É precisamente por isso que, segundo a Thermor, o conforto de uma casa depende do conjunto da solução e não apenas do sistema de aquecimento ou arrefecimento.


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