top of page

Organização consciente e os impactos da IA na educação

  • Foto do escritor: begoodmust
    begoodmust
  • 26 de fev.
  • 2 min de leitura

Cláudia Ganhão acaba de lançar o Método L.E.V.E., um programa estruturado que propõe uma nova abordagem à organização pessoal e profissional, assente na ideia de que é preciso abrandar para ganhar clareza, foco e produtividade. Em paralelo, o debate sobre o uso da Inteligência Artificial nas tarefas escolares intensifica-se em Portugal, com professores a alertarem para os riscos como a diminuição do pensamento crítico, a dependência tecnológica e o impacto na autonomia dos alunos.


Cláudia Ganhão lança o Método L.E.V.E. porque organizar começa por abrandar



Num contexto em que organização é muitas vezes sinónimo de produtividade extrema, Cláudia Ganhão, Especialista em Organização Minimalista, apresenta uma abordagem diferente. Depois de mais de sete anos a acompanhar milhares de mulheres, criou o Método L.E.V.E., uma metodologia que defende um princípio essencial: antes de organizar, é preciso abrandar.


“O padrão que observei foi sempre o mesmo: mulheres exaustas a tentar organizar vidas já sobrecarregadas. Sem clareza, a organização torna-se apenas mais uma tarefa”, explica.


O método estrutura-se em quatro pilares progressivos:

1. Libertar – abrandar e sair do piloto automático para ganhar clareza.

2. Escolher o Essencial – simplificar prioridades e reduzir o excesso.

3. Vida Organizada – implementar sistemas práticos e funcionais.

4. Evoluir em Equilíbrio – crescer de forma sustentável, ajustando rotinas sem rigidez.


Mais do que ensinar técnicas de gestão do tempo, o Método L.E.V.E. propõe uma organização consciente, alinhada com o ritmo feminino, integrando estrutura, autocuidado e desenvolvimento pessoal.


“Não ensino mulheres a fazer mais. Ensino mulheres a fazer melhor, com intenção e leveza”, resume Cláudia Ganhão.

Mais informações: www.claudiaganhao.pt 

Instagram: @claudia_ganhao



IA nas tarefas escolares: Professores portugueses alertam para impactos negativos



Uma pesquisa europeia encomendada pela Epson revela que 54% dos professores em Portugal consideram que o uso de IA pelos alunos nas tarefas escolares tem impacto negativo na aprendizagem. Apesar de 91% reconhecerem que os alunos recorrem a essas ferramentas, 53% afirmam que isso pode levar os alunos a ignorar a própria educação, enquanto 75% preocupam-se com a redução do pensamento crítico e da capacidade de detetar informações falsas.


Além disso, 51% relatam que a dependência da IA influencia os resultados nos exames. Para os docentes, os métodos tradicionais continuam essenciais: 67% defendem o uso de livros e fichas de exercícios para consolidar a leitura, escrita e aritmética. A maioria (69%) acredita que os alunos aprendem melhor em papel do que em écrãs.


A falta de recursos também é apontada: 37% dizem que as escolas não têm impressoras suficientes para fornecer materiais impressos sempre que necessário. Ainda assim, 81% concordam que a IA deve ter um papel importante no ensino, desde que equilibrada com métodos tradicionais.


Fabio Girotto, da Epson Europe, resume: «Para formar futuros profissionais preparados para a IA, é fundamental começar pelos conceitos básicos com lápis e papel, usando a tecnologia de forma responsável».


1 comentário


Elliott Lawery
Elliott Lawery
27 de fev.

I found this post about organization, AI, and education really interesting because it shows how technology is changing what we learn and how we stay organized. I’ve been working on a school project about the impact of AI in education, and honestly sometimes I struggle to put all my ideas together in a way that makes sense. That’s why I needed some Help with Assignment  getting my thoughts organized and explaining them clearly hasn’t always been easy. This article gave me useful examples and made it easier to think about how to write my own work.

Curtir
bottom of page