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Organização consciente e os impactos da IA na educação

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    begoodmust
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Cláudia Ganhão acaba de lançar o Método L.E.V.E., um programa estruturado que propõe uma nova abordagem à organização pessoal e profissional, assente na ideia de que é preciso abrandar para ganhar clareza, foco e produtividade. Em paralelo, o debate sobre o uso da Inteligência Artificial nas tarefas escolares intensifica-se em Portugal, com professores a alertarem para os riscos como a diminuição do pensamento crítico, a dependência tecnológica e o impacto na autonomia dos alunos.


Cláudia Ganhão lança o Método L.E.V.E. porque organizar começa por abrandar



Num contexto em que organização é muitas vezes sinónimo de produtividade extrema, Cláudia Ganhão, Especialista em Organização Minimalista, apresenta uma abordagem diferente. Depois de mais de sete anos a acompanhar milhares de mulheres, criou o Método L.E.V.E., uma metodologia que defende um princípio essencial: antes de organizar, é preciso abrandar.


“O padrão que observei foi sempre o mesmo: mulheres exaustas a tentar organizar vidas já sobrecarregadas. Sem clareza, a organização torna-se apenas mais uma tarefa”, explica.


O método estrutura-se em quatro pilares progressivos:

1. Libertar – abrandar e sair do piloto automático para ganhar clareza.

2. Escolher o Essencial – simplificar prioridades e reduzir o excesso.

3. Vida Organizada – implementar sistemas práticos e funcionais.

4. Evoluir em Equilíbrio – crescer de forma sustentável, ajustando rotinas sem rigidez.


Mais do que ensinar técnicas de gestão do tempo, o Método L.E.V.E. propõe uma organização consciente, alinhada com o ritmo feminino, integrando estrutura, autocuidado e desenvolvimento pessoal.


“Não ensino mulheres a fazer mais. Ensino mulheres a fazer melhor, com intenção e leveza”, resume Cláudia Ganhão.

Mais informações: www.claudiaganhao.pt 

Instagram: @claudia_ganhao



IA nas tarefas escolares: Professores portugueses alertam para impactos negativos



Uma pesquisa europeia encomendada pela Epson revela que 54% dos professores em Portugal consideram que o uso de IA pelos alunos nas tarefas escolares tem impacto negativo na aprendizagem. Apesar de 91% reconhecerem que os alunos recorrem a essas ferramentas, 53% afirmam que isso pode levar os alunos a ignorar a própria educação, enquanto 75% preocupam-se com a redução do pensamento crítico e da capacidade de detetar informações falsas.


Além disso, 51% relatam que a dependência da IA influencia os resultados nos exames. Para os docentes, os métodos tradicionais continuam essenciais: 67% defendem o uso de livros e fichas de exercícios para consolidar a leitura, escrita e aritmética. A maioria (69%) acredita que os alunos aprendem melhor em papel do que em écrãs.


A falta de recursos também é apontada: 37% dizem que as escolas não têm impressoras suficientes para fornecer materiais impressos sempre que necessário. Ainda assim, 81% concordam que a IA deve ter um papel importante no ensino, desde que equilibrada com métodos tradicionais.


Fabio Girotto, da Epson Europe, resume: «Para formar futuros profissionais preparados para a IA, é fundamental começar pelos conceitos básicos com lápis e papel, usando a tecnologia de forma responsável».


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