• CarlaRibeiro

Et voilà... o pato chegou ao Balcão!

A versão do Magret de Pato que agora reforça o menu do Balcão é cozinhada a baixa temperatura, servida com puré de aipo e ripas de couve lombarda com cubos de bacon. O ponto alto do prato é o guloso molho de tomilho e vinho do Porto, que cobre o pato.



O Balcão reforçou o seu menu com Magret de Pato acompanhado de puré de aipo, couve e bacon (18,50€). A história da culinária portuguesa tem raízes na gastronomia de França e agora, pela mão do chef Henrique Sá Pessoa, é no Balcão que também tem presente e futuro.



Reza a História que o pato conquistou o protagonismo nas cozinhas francesas à conta de uma imposição real. Terá sido Luís XIV, receoso que as influências internacionais alterassem a culinária francesa, que proibiu pratos importados e ingredientes que circulavam pela Europa devido às movimentações dos soldados. Intencionalmente ou não, acabou por apurar a gastronomia do seu país, agora uma referência mundial.



O magret não é mais do que o peito do pato – denominação originalmente utilizada para referir a carne magra do animal que era criado para o foie gras. Porém, foi graças ao famoso chef estrelado francês André Daguin, mestre do foie gras e da nouvelle cuisine, que o peito de pato passou a ser confeccionado como actualmente o provamos: o naco é grelhado – crocante por fora e macio por dentro – e servido, por norma, em redução de vinho tinto ou com molho de laranja ou frutos vermelhos. Estes sabores agridoces elevam-no a um prato sofisticado, elegante, que se desfaz em sabor à primeira garfada!



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