Saúde e bem-estar para um novo começo
- begoodmust
- há 1 dia
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O regresso à rotina traz consigo novos desafios, do equilíbrio emocional à produtividade e ao bem-estar físico. Entre estratégias para cuidar da saúde mental, formas de tornar o trabalho mais sustentável e uma abordagem mais consciente à saúde digestiva, reunimos algumas recomendações para começar esta nova fase com mais equilíbrio, conhecimento e atenção ao corpo e à mente.
De volta ao trabalho: 7 formas de cuidar da saúde mental

O regresso ao trabalho pode trazer ansiedade, irritabilidade, tristeza ou dificuldade de concentração. Para tornar esta transição mais tranquila, a Lusíadas Saúde sugere sete hábitos simples:
1. Recomece com prioridades claras
Organize a agenda e foque-se no essencial, sem tentar resolver tudo de uma vez.
2. Guarde as boas memórias das férias
Uma fotografia ou recordação pode ajudar a recuperar emoções positivas ao longo do dia.
3. Planeie momentos de que gosta
Marque atividades de lazer para os primeiros dias e fins de semana. O prazer não termina com as férias.
4. Mantenha uma alimentação regular
Respeitar os horários das refeições ajuda a evitar quebras de energia e irritabilidade.
5. Mexa-se
Uma caminhada diária de cerca de 30 minutos pode ajudar a aliviar a tensão e recuperar o ritmo.
6. Não abdique dos seus hobbies
Reserve tempo para aquilo que lhe dá prazer e ajuda a equilibrar a vida profissional e pessoal.
7. Dê tempo ao corpo e à mente
A adaptação não precisa de ser imediata. Retomar gradualmente os horários de sono, alimentação e descanso pode tornar o regresso mais fácil.
Sentir algum desconforto nesta fase é natural. No entanto, se a ansiedade, tristeza ou irritabilidade forem intensas, persistentes ou interferirem significativamente com o dia a dia, procure apoio especializado.
5 dicas para uma rotina mais equilibrada
O regresso ao trabalho depois das férias pode ser uma oportunidade para reorganizar prioridades, rever hábitos e encontrar um ritmo mais produtivo — sem deixar o bem-estar para segundo plano. O district.space partilha cinco estratégias para tornar esta transição mais saudável e sustentável.

1. Dê tempo à transição
Sempre que possível, reserve alguns dias para recuperar horários, organizar tarefas e preparar o regresso sem pressas.
2. Comece pelas prioridades
Evite tentar resolver tudo nos primeiros dias. Identifique o que é realmente urgente e avance de forma gradual, reduzindo a sobrecarga e o stress.
3. Proteja o tempo pessoal
Manter momentos de lazer, exercício físico, família e amigos é essencial para preservar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
4. Crie um espaço que favoreça o bem-estar
Boa iluminação, ergonomia, zonas de pausa e espaços de interação podem contribuir para maior concentração, produtividade e conforto.
5. Aproveite para repensar a rotina
O regresso pode ser o momento certo para simplificar processos, reduzir reuniões desnecessárias, melhorar a colaboração e perceber que tarefas podem ser feitas à distância.
Mais do que recuperar imediatamente o ritmo anterior, o pós-férias pode ser uma oportunidade para construir uma forma de trabalhar mais eficiente, equilibrada e sustentável, para as pessoas e para as organizações.
SIBO: Os 4 erros mais frequentes na abordagem à doença
A SIBO (Small Intestinal Bacterial Overgrowth) tem ganho visibilidade, sobretudo nas redes sociais, onde sintomas como inchaço, gases, distensão abdominal, obstipação ou diarreia são muitas vezes associados à doença. Mas nem todos os sintomas digestivos significam SIBO e uma abordagem baseada apenas em restrições alimentares pode não ser a resposta.

A Timeless by Marta Padilha® identifica quatro erros frequentes:
1. Confundir sintomas com diagnóstico
Inchaço, gases ou alterações do trânsito intestinal podem ter diferentes causas. O diagnóstico deve ser feito através de uma avaliação clínica individualizada, podendo incluir um teste respiratório que mede gases como hidrogénio e metano.
2. Acreditar que a alimentação ou a medicação, por si só, resolvem o problema
A alimentação pode ajudar a controlar sintomas, mas não substitui a avaliação da origem do problema. A dieta Low FODMAP, por exemplo, pode ser utilizada temporariamente para reduzir alimentos fermentáveis e aliviar desconforto digestivo.
3. Transformar uma dieta temporária numa restrição permanente
A Low FODMAP não deve significar eliminar alimentos indefinidamente. A estratégia deve ser individualizada e acompanhada, idealmente, por um profissional, incluindo uma fase de reintrodução para recuperar variedade alimentar.
“O objetivo não é criar uma lista cada vez maior de alimentos proibidos. É reduzir os sintomas, perceber a resposta individual e, quando possível, devolver variedade à alimentação”, explica a nutricionista M.ª Inês Antunes.
4. Tratar apenas os sintomas
Controlar o desconforto é importante, mas é igualmente essencial compreender o contexto clínico de cada pessoa e procurar a origem do problema.
“Uma dieta cada vez mais restritiva não é um diagnóstico. O objetivo deve ser compreender a resposta individual, controlar os sintomas e, sempre que possível, recuperar uma alimentação diversificada”, conclui a Dr.ª Carolina Ponte.
A mensagem da clínica é clara: tratar a SIBO não deve significar simplesmente retirar alimentos. A alimentação pode ser uma ferramenta terapêutica, mas integrada numa estratégia clínica e nutricional personalizada, sem transformar a dieta numa fonte permanente de restrição.



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