Saúde e prevenção: Visão, coração e atividade física em foco
A saúde e o bem-estar estão no centro de várias iniciativas que cruzam tecnologia, prevenção e atividade física. Da recuperação muscular à monitorização da saúde cardiovascular e aos cuidados com a visão, marcas e especialistas procuram sensibilizar os consumidores para a importância de hábitos saudáveis e de uma maior atenção à saúde.
Comer melhor, envelhecer melhor: 5 hábitos para adotar no dia a dia
No Dia Mundial da Alimentação, que se celebra a 16 de outubro, a Naturecan destaca cinco hábitos simples que podem contribuir para uma alimentação mais equilibrada e para um envelhecimento saudável.

Envelhecer bem não depende de um alimento específico, mas da consistência das escolhas que fazemos diariamente. Apostar na variedade, privilegiar alimentos pouco processados e manter uma alimentação equilibrada são passos importantes para cuidar da saúde a longo prazo.
Neste Dia Mundial da Alimentação, a Naturecan partilha cinco hábitos simples para integrar na rotina:
1. Varie os alimentos. Combine fruta, legumes, cereais, frutos secos e sementes para diversificar os nutrientes da alimentação.
2. Dê cor ao prato. Frutos vermelhos, uvas, chá e soja contêm compostos naturais estudados no contexto do envelhecimento saudável.
3. Aposte na fibra. Leguminosas, fruta e vegetais ajudam a diversificar as refeições e a aumentar o consumo de fibra.
4. Leia os rótulos. Verifique os teores de açúcar, sal e gorduras saturadas para fazer escolhas mais informadas.
5. Encare a suplementação como um complemento. Os suplementos alimentares podem integrar determinadas rotinas, mas não substituem uma alimentação variada e equilibrada. A sua utilização deve ser adequada às necessidades individuais.
Mais do que procurar soluções milagrosas, cuidar da longevidade passa por adotar hábitos sustentáveis ao longo do tempo, aliados à atividade física regular e a um descanso adequado.
Treinar melhor também é saber recuperar: 5 conselhos de Anthony Vincent
O embaixador da Sport Zone e fundador da comunidade de running SIGA partilha dicas práticas para recuperar melhor, evitar excessos e manter a consistência nos treinos.

Para melhorar a corrida, não basta treinar: é preciso dar ao corpo tempo para recuperar. Ajustar a intensidade, dormir bem e reforçar os músculos são alguns dos hábitos que ajudam a manter uma rotina desportiva equilibrada. Anthony Vincent, fundador da comunidade de running SIGA e embaixador da Sport Zone, partilha cinco recomendações práticas.
1. Não regresse à corrida antes de estar preparado
Após uma lesão, respeite o tempo de recuperação e evite retomar os treinos apenas por já não sentir dor. Siga as indicações de um profissional de saúde e regresse gradualmente à atividade, sem tentar recuperar de imediato o ritmo anterior.
2. Substitua a corrida por atividades de baixo impacto
Quando correr não é uma opção, o ciclismo ou exercícios de força adaptados podem ajudar a manter a atividade física, desde que sejam compatíveis com a lesão. Foi esta a estratégia adotada por Anthony durante a sua recuperação.
“Uma lesão não significa automaticamente que temos de parar por completo. Às vezes, temos soluções temporárias que nos podem ajudar”, afirma.
3. Aumente a carga de treino gradualmente
Evite aumentar demasiado depressa a distância, a duração ou a intensidade das corridas. Se sentir dor persistente, fadiga fora do habitual ou desconforto que se agrava, reduza o esforço e procure aconselhamento profissional quando necessário.
4. Reserve tempo para dormir e fortalecer os músculos
Procure dormir entre sete e nove horas por noite, quando adequado às suas necessidades, e inclua sessões de reforço muscular na rotina semanal. Combine estes hábitos com uma alimentação variada e suficiente para as exigências do treino.
5. Inclua exercícios de mobilidade e use o equipamento adequado
Reserve alguns minutos para trabalhar a mobilidade, sobretudo nas zonas mais solicitadas durante a corrida, e escolha calçado e acessórios adequados à atividade. Os equipamentos de recuperação podem complementar a rotina, mas não substituem o descanso nem o acompanhamento profissional quando necessário.
Para Anthony Vincent, recuperar faz parte do treino. Ouvir o corpo, adaptar o esforço e manter hábitos consistentes permite construir uma relação mais equilibrada com a corrida e evoluir de forma sustentável.
Huawei lança o HUAWEI Watch D3 e reforça aposta na saúde cardiovascular
O novo smartwatch chega a Portugal a 26 de outubro e permite acompanhar a pressão arterial ao longo do dia, complementando o acompanhamento médico.

A hipertensão arterial afeta cerca de 43,1% da população adulta em Portugal e pode evoluir sem sintomas evidentes, tornando a monitorização regular importante para a saúde cardiovascular.
Para facilitar este acompanhamento, a Huawei prepara o lançamento do HUAWEI Watch D3, um smartwatch com funcionalidades de medição da pressão arterial e Monitorização Ambulatória da Pressão Arterial (MAPA), que permite registar valores em diferentes momentos do dia e durante o sono.
A importância deste acompanhamento é reforçada por um estudo da Huawei em parceria com a Hearst, realizado em julho de 2026: 92% dos inquiridos consideram mais útil monitorizar a pressão arterial ao longo do tempo, mas apenas 20% o fazem diariamente.
A experiência de Joel Pinto, utilizador do HUAWEI Watch D2, demonstra como a tecnologia pode incentivar a procura de ajuda médica. Após receber alertas repetidos de valores elevados, consultou um cardiologista e confirmou o diagnóstico de hipertensão.
Além da saúde cardiovascular, a Huawei investe na investigação em saúde digital e numa abordagem integrada ao bem-estar, que inclui sono, atividade física, stress e recuperação.
O HUAWEI Watch D3 chega ao mercado português a 26 de outubro, reforçando a aposta da marca na monitorização da saúde no dia a dia.
Nota: O dispositivo complementa, mas não substitui, o diagnóstico ou o acompanhamento médico. Os registos devem ser interpretados por um profissional de saúde, e a medicação não deve ser alterada com base nas medições do smartwatch.
Portugueses reconhecem a importância da visão, mas continuam a adiar os cuidados preventivos
Estudo da Optivisão revela que 49% dos portugueses receiam perder autonomia devido à perda de visão, reforçando a importância dos exames regulares e da deteção precoce de alterações visuais.

Cuidar da visão é essencial para preservar a autonomia e a qualidade de vida, mas muitos portugueses continuam a adiar os cuidados preventivos. Um estudo da Optivisão revela que, embora 69% afirmem cuidar da visão por motivos de prevenção e saúde, apenas 9% realizam exames visuais mais do que uma vez por ano.
A preocupação com a perda de visão é significativa: 49% dos inquiridos receiam perder autonomia no dia a dia. No entanto, sintomas como dificuldade em ver ao perto ou ao longe (36%), sensibilidade à luz (30%) e dores de cabeça (28%) nem sempre levam à procura de aconselhamento profissional.
«É muito comum ouvirmos pacientes dizerem que veem bem, quando já existe esforço visual ou fadiga. A visão pode alterar-se progressivamente e, por isso, uma avaliação clínica é importante mesmo quando não existe uma queixa evidente», explica Nelva Sixpene, optometrista da Optivisão.
O uso frequente de computadores, smartphones e tablets pode também contribuir para sintomas como secura ocular, visão turva e dores de cabeça. Estar atento a estes sinais e não os atribuir automaticamente ao cansaço é um passo importante para cuidar da saúde visual.
Prevenir hoje para proteger a visão amanhã
Segundo o estudo, 42% dos portugueses realizam o check-up visual em óticas, junto de optometristas. Na escolha do acompanhamento, 38% valorizam ser seguidos pelo mesmo profissional e 56% consideram a competência técnica o critério mais importante.
Os hábitos variam entre gerações: 11% dos inquiridos entre os 35 e os 44 anos afirmam nunca ter realizado um exame visual. Estes dados reforçam a necessidade de tornar a prevenção uma prioridade em todas as idades, mesmo quando não existem sintomas.
Com 65% dos portugueses a utilizarem óculos graduados, a Optivisão apela à adoção de hábitos preventivos: não esperar que surjam dificuldades para avaliar a visão, realizar exames com regularidade adequada às necessidades individuais e procurar aconselhamento profissional perante alterações visuais.
A deteção precoce pode ser determinante para identificar problemas e orientar o acompanhamento adequado. Cuidar da visão deve ser um hábito contínuo, não apenas uma resposta aos sintomas.
Samsung estreia websérie sobre atividade física, saúde e bem-estar
Lourenço Copeto, Vicky Jacobi, Carolina Patrocínio e Tiago Garcia participam na iniciativa, que combina desafios desportivos com funcionalidades do ecossistema Galaxy.

A Samsung Portugal lançou o Movimento Galaxy, uma iniciativa que pretende explorar a relação entre tecnologia, atividade física e bem-estar através de uma nova websérie protagonizada por quatro personalidades e acompanhada pelo personal trainer Pedro Medeiros.
Com conceito e estratégia criativa desenvolvidos pela agência NERVO, a série desafia os participantes a experimentar diferentes modalidades desportivas, incluindo surf, HYROX e padel, recorrendo à tecnologia para acompanhar métricas relacionadas com o desempenho físico.
A Samsung Health assume um papel central no projeto, permitindo monitorizar indicadores de atividade física, sono e bem-estar. Entre as funcionalidades destacadas pela marca estão os Sinais Vitais, o Índice de Condição Física e o Treinador Personalizado de Sono, disponíveis através do Galaxy Watch9.
Segundo a Samsung, o objetivo passa por demonstrar como estas ferramentas podem integrar as rotinas diárias e ajudar os utilizadores a acompanhar a sua evolução física.
Os episódios são publicados semanalmente nos canais oficiais da Samsung Portugal, no Instagram e no TikTok.
Dia Mundial da Alimentação: cinco dicas para refeições em família
No âmbito do Dia Mundial da Alimentação, assinalado a 16 de outubro, a psicóloga Helena Paixão e a nutricionista Mafalda Rodrigues de Almeida, autoras do livro Receitas para Famílias Felizes, partilham cinco dicas para tornar as refeições momentos de partilha, aprendizagem e criação de memórias. Envolver as crianças na preparação dos alimentos, reduzir o uso de ecrãs, promover a autonomia, evitar pressões à mesa e criar pequenos rituais são algumas das sugestões para fortalecer os laços familiares e incentivar uma relação mais positiva com a alimentação.
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