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A saúde constrói-se todos os dias...

Foto do escritor: begoodmust
begoodmust
24 de jul.
5 min de leitura

Do autocuidado à prevenção, pequenos gestos como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física, dormir bem ou conhecer fatores de risco, como a insuficiência de vitamina D, podem fazer uma diferença significativa no bem-estar e na qualidade de vida. Neste artigo reunimos conteúdos que ajudam a promover uma maior literacia em saúde e a incentivar decisões mais informadas para cuidar de si ao longo de todo o ano.


Autocuidado: pequenos hábitos que fazem a diferença



Uma constipação, uma dor de cabeça ou o cansaço após uma semana intensa são situações frequentes que, na maioria dos casos, podem ser geridas através do autocuidado, sem necessidade de consulta médica. De acordo com o estudo O Papel do Autocuidado em Portugal, desenvolvido pela 2Logical para a APIFARMA, 79% dos problemas de saúde ligeiros são resolvidos desta forma, enquanto apenas 1% necessita posteriormente de acompanhamento médico. No último ano, 92% dos portugueses tiveram pelo menos um problema de saúde ligeiro e 55% recorreram ao autocuidado como primeira opção.

No Dia Internacional do Autocuidado, assinalado a 24 de julho, a Angelini Pharma reforça que cuidar da saúde vai além do tratamento de sintomas. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o autocuidado inclui a adoção de comportamentos que promovem a saúde, previnem a doença e contribuem para o bem-estar.


Entre os hábitos que podem fazer a diferença destacam-se:

  • Praticar atividade física regularmente;

  • Manter uma alimentação equilibrada;

  • Evitar o tabaco e moderar o consumo de álcool;

  • Dormir horas suficientes e com horários regulares;

  • Fazer exames de rotina;

  • Reduzir o tempo de ecrã, especialmente antes de dormir;

  • Reservar tempo para lazer e contacto com a natureza;

  • Cultivar relações sociais;

  • Fazer pausas durante o trabalho ou estudo;

  • Procurar ajuda quando surgem sinais de dificuldade emocional.


Embora o autocuidado seja uma ferramenta importante, o aconselhamento dos profissionais de saúde continua a ser essencial. O estudo revela que, quando optam por gerir problemas de saúde ligeiros, 33% dos portugueses valorizam o aconselhamento do farmacêutico como fator determinante na decisão.

"Os portugueses demonstram capacidade para gerir muitos problemas de saúde ligeiros, mas autocuidado não significa cuidar sozinho. A informação e o aconselhamento dos profissionais de saúde, nomeadamente nas farmácias, são fundamentais para garantir decisões seguras e adequadas", afirma Pedro Gouveia, Business Unit Head de Consumer Healthcare da Angelini Pharma.

O autocuidado não substitui o acompanhamento médico quando este é necessário, mas, aliado a hábitos saudáveis e ao apoio dos profissionais de saúde, contribui para uma melhor gestão da saúde no dia a dia.


Muito sol, pouca vitamina D: O paradoxo dos portugueses




Portugal é um dos países mais solarengos da Europa. Por isso, à partida, seria de esperar que a insuficiência de vitamina D fosse uma situação rara. No entanto, a realidade mostra precisamente o contrário: cerca de dois em cada três adultos portugueses apresentam níveis inferiores ao recomendado.


Este aparente paradoxo explica-se, sobretudo, pela forma como vivemos. Apesar das muitas horas de sol, passamos grande parte do dia em ambientes fechados, seja a trabalhar, a estudar ou em deslocações. Além disso, felizmente, existe hoje uma maior consciência sobre a importância da proteção solar. O uso de protetor solar e outras medidas de fotoproteção são essenciais para prevenir o cancro da pele, mas também reduzem a produção de vitamina D pela pele.


É importante perceber que a exposição solar, por si só, não garante níveis adequados desta vitamina. A idade, a pigmentação da pele, a área corporal exposta, a intensidade da radiação solar e até determinadas doenças ou medicamentos influenciam a sua produção e metabolismo. A alimentação e, quando clinicamente indicada, a suplementação podem também desempenhar um papel importante.

A vitamina D é fundamental para a saúde óssea e muscular, contribuindo para a absorção do cálcio e para a manutenção da resistência do esqueleto. Na maioria dos casos, a sua insuficiência não provoca sintomas evidentes. No entanto, quando é mais acentuada ou prolongada, pode associar-se a fraqueza muscular, dor óssea e a um maior risco de quedas e fraturas, sobretudo nas pessoas mais velhas.

Existem ainda grupos que merecem uma atenção especial, como os idosos, pessoas institucionalizadas ou com mobilidade reduzida, pessoas com obesidade, doentes com alterações da absorção intestinal ou quem toma medicamentos que interferem com o metabolismo da vitamina D.


Importa também desfazer uma ideia errada: reconhecer a elevada prevalência da insuficiência de vitamina D não significa defender análises para toda a população. A evidência científica não recomenda o rastreio sistemático em adultos saudáveis. A decisão de avaliar os níveis desta vitamina deve resultar de uma apreciação clínica individual, tendo em conta os fatores de risco de cada pessoa.

A mensagem principal é simples: a vitamina D não deve ser uma preocupação apenas durante o inverno. É um tema de saúde pública que merece atenção ao longo de todo o ano. Mais do que contar horas de sol, importa promover estilos de vida saudáveis, identificar quem apresenta maior risco e recorrer ao aconselhamento dos profissionais de saúde sempre que necessário.



Por: Bruno Moreno - Médico de Família da Unidade de Saúde Familiar (USF) Coimbra Sul
Por: Bruno Moreno - Médico de Família da Unidade de Saúde Familiar (USF) Coimbra Sul

O verdadeiro paradoxo português não é a falta de sol. É continuarmos a encontrar níveis insuficientes de vitamina D num país onde a luz solar é um dos nossos maiores recursos naturais.

73% dos portugueses não pratica exercício: O impacto do sedentarismo na dor


A Bayer alerta para a importância de hábitos de vida saudáveis na prevenção da dor. De acordo com o Eurobarómetro, 73% dos portugueses nunca pratica exercício físico ou desporto, um fator que contribui para o aumento das dores musculares e articulares.

Os dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que as dores lombares são a doença crónica mais frequente em Portugal, afetando cerca de 3,2 milhões de pessoas. Já o estudo O Papel do Autocuidado em Portugal revela que 42% dos portugueses sofreram de dores musculares ou articulares no último ano.

Para quebrar o ciclo entre sedentarismo e dor, a Bayer recomenda cinco medidas simples: manter-se ativo, fazer pausas e alongamentos, garantir uma postura correta, privilegiar um sono de qualidade e procurar soluções adequadas quando a dor surge.


Neste contexto, a empresa apresenta Actronadol®, um analgésico oral não sujeito a receita médica, indicado para o alívio de curta duração de dores ligeiras a moderadas, como dores musculares, articulares, de cabeça ou menstruais. Com naproxeno como substância ativa, proporciona alívio prolongado da dor durante até 12 horas com uma única toma.

Segundo Marta Cavalheiro, Senior Brand Manager da Bayer em Portugal, o objetivo passa por ajudar as pessoas a manterem o seu ritmo diário, reforçando a importância do autocuidado aliado a soluções eficazes para uma vida com menos limitações.


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