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Vinhos especiais para a Páscoa

Atualizado: Mar 31

Além das amêndoas, dos folares, do chocolate, do cabrito e do bacalhau, na mesa de Páscoa não podem faltar vinhos especiais para celebrar e brindar esta quadra tão doce!



Para a Páscoa, a Lavradores de Feitoria sugere a sua dupla de Três Bagos Reserva: o branco de 2019 e o tinto 2017. Vinhos que exprimem o carácter do Douro vitivinícola, privilegiando a elegância e o equilíbrio, denominador comum no portefólio de vinhos desta empresa duriense. Néctares que se destacam pelo seu excelente compromisso com a qualidade e acessibilidade: estão à venda em hiper e supermercados, mas também em lojas especializadas e garrafeiras, agora com forte presença on-line.


O Três Bagos Reserva branco 2019 (€7,59) resulta da união das castas brancas mais típicas do Douro: Viosinho, Gouveio e Rabigato. De cor amarelo citrino brilhante, tem um aroma muito fresco e exuberante. É intenso, complexo, repleto de fruta fresca, como pera e melão, e algumas notas de citrinos. No palato, a entrada é fresca, pleno de fruta e com mineralidade, mostrando-se complexo, saboroso e com acidez equilibrada. Apresenta um final longo e muito fino.

Preço: 7,59€

Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional compõe o lote do Três Bagos Reserva tinto 2017, um vinho de cor vermelha viva, rico, fresco e bastante complexo, onde predomina o carácter frutado de uvas bem maduras. A madeira discreta e bem integrada contribui para a sua complexidade e enriquecimento aromático. No paladar, é intenso, cheio e com boa presença de frutos vermelhos maduros. A acidez é equilibrada, os taninos suaves, mas presentes. Bem estruturado, é tinto bastante saboroso, com um final de boca suave e muito agradável.

Preço: 9,49€

A Real Companhia Velha selecionou do seu portefólio três vinhos ideais para um almoço de Domingo ainda mais especial: o ‘Quinta dos Aciprestes branco 2019’ o ‘Quinta de Cidrô Touriga Nacional & Cabernet Sauvignon tinto 2016’ e o ‘Real Companhia Velha Porto Tawny 10 Anos’. Vinhos que têm em comum a qualidade – com o cunho da bi-centenária Companhia Velha e a mestria do enólogo Jorge Moreira – e o facto de estarem acessíveis para compra, em lojas on-line, mas também em alguns super e hipermercados.

O ‘Quinta dos Aciprestes branco 2019’ (€9,00) resulta também ele de uma trilogia, desta feita de castas autóctones. Rabigato, Viosinho e Arinto estão na génese deste que é um branco com grande intensidade aromática e frescura. Um vinho muito equilibrado, onde se salientam notas cítricas e vegetais, revelando complexidade e exuberância. Na prova, mostra uma belíssima estrutura e volume, com boa textura e acidez, e um final longo e refrescante. Um branco para apreciar a solo, com queijos, enchidos, mariscos, peixes grelhados e caril de gambas.

Preço: 9 €

Da Quinta dos Aciprestes, situada na zona do Tua, em Soutelo do Douro, passamos para a Quinta de Cidrô, em São João da Pesqueira, uma das mais conhecidas zonas de produção de vinhos do Douro, na fronteira entre o Cima Corgo e o Douro Superior. Desta propriedade, a Real Companhia Velha propõe o ‘Quinta de Cidrô Touriga Nacional & Cabernet Sauvignon’ agora na colheita de 2016. Um vinho limpo e brilhante, de cor rubi profundo, que à semelhança dos seus antecessores e como o nome indica foi concebido como um lote original de Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional. Resultado do seu estágio em barricas de carvalho, demonstra intensidade e complexidade, ao mesmo tempo que finesse e elegância. Equilibrado por uma excelente estrutura, mostra-se encorpado e os aromas de fruta preta, baunilha, tabaco e chocolate revelam um enorme potencial para evolução em garrafa. Para acompanhar, o cabrito, tão famoso nesta celebração, perdiz, javali ou outras carnes vermelhas.

Preço: 18 €

No que toca à categoria Porto, a escolha vai para o ‘Real Companhia Velha Porto Tawny 10 Anos’, que prima pela sua macieza e elegância. Com reflexos aloirados de tonalidade topázio, na cor, ressalta ao nariz um “bouquet” de aromas harmoniosos e elegantes, característico do envelhecimento em pipas e balseiros de carvalho, com notas de especiarias e frutos secos. Ideal para acompanhar uma doce sobremesa ou como digestivo, numa tarde de partilha em família.

Preço: 20 €




Numa Páscoa que este ano quase coincide com a chegada da primavera, a Herdade Aldeia de Cima sugere que preste homenagem à Natureza e ao Alentejo em particular, mesmo sem sair de casa, fazendo acompanhar as refeições da Semana Santa com os Alyantiju Tinto e Alyantiju Branco. O primeiro, um vinho intemporal de personalidade forte e duradoura, fiel à sua terra; no segundo a casta Antão Vaz, revela-nos o Alentejo na mineralidade dos aromas doces e especiados das flores das searas e do sol brilhante. Duas excelentes propostas que poderá adocicar com outras duas novidades gourmet da Herdade Aldeia de Cima, na Serra do Mendro.


https://shop.aldeiadecima.com/collections/all




Marcadamente gastronómicos, as colheitas Colinas do Douro do Douro Superior ligam na perfeição com os pratos mais tradicionais dos Portugueses na época Pascal. Seja para acompanhar um cabrito assado ou um borrego na brasa, ou para melhor evidenciar todo o sabor de um polvo, os vinhos de Colinas do Douro são um “pairing” muito interessante para a sua Páscoa.

Se a sua tradição for para o cabrito assado, o vinho ideal é o Quinta da Extrema Reserva tinto 2018. Já se a sua família preferir o Ensopado de Borrego nesta quadra, então Colinas do Douro Reserva tinto 2017 é o ‘pairing’ ideal para si. Este vinho com um perfil clássico de douro, que estagiou 12 meses em barrica, tem a concentração e estrutura necessárias para ombrear com uma das carnes mais intensas da gastronomia portuguesa. Para os que não dispensam o polvo à mesa na Páscoa, a opção mais acertada será o Quinta da Extrema Edição 2016, um vinho distinto, cheio de personalidade, com alguma evolução e acidez vibrante, que limpa bem o palato.

Mas se a sua predilecção recai nos vinhos brancos, espere pelas sobremesas de Páscoa e escolha um Colinas do Douro Reserva Branco 2019 para casar com esse lado doce. E se o pão-de-ló for a “cereja no topo do seu bolo” nesta época Pascal, então o Colinas do Douro Colheita Tardia 2016 é a escolha certa para finalizar as suas refeições de Páscoa.

Se com todas estas sugestões, ficou baralhado sobre a melhor opção a adquirir, o melhor será mesmo ir à loja online do produtor comprovar a diversidade da oferta e escolher os que mais lhe agradam, em https://colinasdodouro.pt/loja-online/.


Da região do Tejo, são cinco as opções vínicas, de uma entre muitas propostas possíveis e que em comum têm o apelo à Primavera. Comecemos por um espumante ‘Portas do Tejo’, da Adega de Almeirim, o maior produtor da região e a maior adega de Portugal e sigamos para dois brancos: o ‘Bridão Reserva’ da também Adega, mas do Cartaxo; e um dos ex-libris da quinta do Casal Branco, em Almeirim, o ‘Falcoaria’ de Vinhas Velhas de Fernão Pires. Para dar cor a este ramalhete vínico, o ‘Terra Silvestre’ 100% Castelão rosé, da AgroBatoréu, em Aveiras de Cima. Também de Castelão e a condizer com a estação, um tinto suave e elegante da Quinta da Alorna, em Almeirim.

Portas do Tejo Espumante branco 2016 (Adega de Almeirim) – €10

O ‘Portas do Tejo’ é um espumante branco feito do casamento de duas castas – a Chardonnay, tão usada na produção deste vinho; e a Arinto, a segunda casta branca mais plantada em Portugal e tão acarinhada de Norte a Sul do nosso país –, ambas plantadas em vinhas da Charneca do Tejo, em solos arenosos pobres e bem drenados. Um espumante de aromas elegantes, com boca complexa e estruturada e bolha fina e persistente. Ideal como aperitivo e para acompanhar pratos de peixes gordos e leitão assado.

Bridão Reserva branco 2017 (Adega do Cartaxo) – €7,80

Do Cartaxo, um reserva branco sob marca mais icónica desta Adega. Agora na colheita de 2017, o ‘Bridão Reserva branco’ é um vinho que alia o Arinto à Fernão Pires, a casta branca número um em Portugal e no Tejo. Um branco límpido e brilhante, de cor citrina, e com um aroma intenso a frutos tropicais, a lembrar banana, ananás, manga e maracujá, em harmonia com notas de baunilha. Na boca, é frutado, intenso e fresco, com um final harmonioso, longo e persistente. Óptimo para acompanhar pratos de peixe gordos, complexos e bem condimentados.

Falcoaria Fernão Pires Vinhas Velhas branco 2018 (Casal Branco) – €15

No ‘Falcoaria Fernão Pires Vinhas Velhas branco 2018’ o palco é, como o nome indica, todo dado à casta branca Fernão Pires, a menina dos olhos do Tejo. Um branco já várias vezes premiado e destacado pela crítica nacional e internacional, cuja fermentação é feita em cubas de cimento, numa primeira fase, e termina em barricas de carvalho francês, onde posteriormente faz o estágio com bâttonage. Um branco de cor citrino brilhante, com prevalência de aromas cítricos e tropicais, complementados com notas de tosta, oriundas da madeira onde estagiou. Na boca é um vinho marcadamente mineral, com notas de salinidade a expressar de forma evidente o terroir. Destaque para a fruta, em conjugação perfeita com a madeira, e uma boa acidez natural, que lhe dá um grande equilíbrio e longevidade no estágio em garrafa.

Terra Silvestre rosé 2019 (Agro-Batoréu) – €4,50

Passamos dos brancos para um elegante rosé de Castelão, com origem nas vinhas da família Batoréu, que desde 1860 produz vinho em Aveiras de Cima. De cor rosa pálida, o ‘Terra Silvestre rosé 2019’ tem um aroma intensamente frutado, sabor macio e fresco. Convida a ser bebido a solo, como aperitivo, mas também à mesa, com peixes, carnes frias, marisco e massas ou pizzas.

Quinta da Alorna Castelão tinto 2019 (Quinta da Alorna) – €6,99

Com uma nova roupagem, a Quinta da Alorna apresenta a sua mais recente colheita de Castelão. De 2019, este ‘Quinta da Alorna Castelão tinto’ mantém a origem das uvas, provenientes de uma vinha plantada em 1986 em calhau rolado, que faz nascer uvas de qualidade única. Nota para o facto de parte do vinho estagiar em barricas usadas de carvalho francês, durante 8 meses. Na garrafa, um tinto rubi intenso, com aroma de grande intensidade, a revelar frutos silvestres vivos, um ligeiro mentolado, notas de resina em harmonia com a madeira discreta e muito bem integrada. Na boca, um excelente volume, taninos firmes, acidez muito marcada, onde se evidenciam as notas de frutos silvestres. Final de grande elegância e frescura, companhia certa para um polvo à lagareiro, pratos de caça e queijos maturados.



Moscatel de Setúbal D.O.C., vinho Generoso Moscatel é um produto certificado desde 1908, e um dos mais representativos produtos da região de Setúbal. Serve-se como aperitivo à temperatura de 10ºC ou como digestivo à temperatura de 16ºC a acompanhar doçaria regional, conventual e chocolate preto. De cor âmbar com alguns reflexos dourados e aroma a cascas de laranja, mel, frutos secos e chá apresenta sabor fresco bem equilibrado e com boa persistência. Já a Aguardente Villa Palma é uma homenagem à formosa Vila de Palmela designada também por muitos como “Terra Mãe de Vinhos”. Na boca revela complexidade e muito carácter. É muito suave e tem um final longo. Por fim, o Bombom de Aguardente Villa Palma, embalagem com 6 unidades, apresenta uma textura suave da aguardente, com aromas de casca de laranja e frutos secos, misturando-se com o aveludado e cremoso chocolate.

A Adega de Palmela leva até si os sabores de Palmela, que se encontram disponíveis em: https://lojaonline.acpalmela.pt/ para partilhar esta data em casa, mas em boa companhia.




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