top of page

De volta à rotina: Cuidar da audição, da mente e da saúde intestinal é essencial para o bem-estar

  • Foto do escritor: begoodmust
    begoodmust
  • há 7 minutos
  • 3 min de leitura

Do regresso ao trabalho à necessidade de abrandar e cuidar da saúde intestinal, o bem-estar está cada vez mais ligado à forma como ouvimos, descansamos e interpretamos os sinais do corpo. Especialistas deixam recomendações para enfrentar a rotina com mais equilíbrio, atenção e qualidade de vida.


Perda auditiva pode afetar a produtividade no regresso ao trabalho



Pedir frequentemente aos colegas para repetirem uma informação, sentir dificuldade em acompanhar reuniões ou aumentar cada vez mais o volume dos fones pode ser sinal de que a audição merece atenção. Num ambiente de trabalho, estas dificuldades podem exigir um esforço acrescido para acompanhar conversas, contribuindo para a fadiga mental e para uma menor concentração.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 1,5 mil milhões de pessoas vivem com algum grau de perda auditiva em todo o mundo, um número que poderá aumentar nas próximas décadas.

Para quem sente dificuldades em compreender conversas, sobretudo em ambientes com ruído, a GrandOptical apresenta as Nuance Audio™, uma solução da EssilorLuxottica que combina tecnologia auditiva e correção visual numa única armação.

Com microfones direcionais e tecnologia open-ear, estas armações foram pensadas para ajudar adultos com perda auditiva ligeira a moderada a compreender melhor as conversas, mantendo a aparência de uns óculos convencionais. Podem ainda ser equipadas com lentes graduadas personalizadas.


Neste regresso ao trabalho, vale a pena estar atento a alguns sinais:

  • Dificuldade em acompanhar reuniões ou conversas com várias pessoas;

  • Necessidade de pedir frequentemente para repetirem o que foi dito;

  • Maior dificuldade em compreender conversas em locais ruidosos;

  • Cansaço mental no final do dia;

  • Aumento frequente do volume do telemóvel, computador ou televisão.


Perante estes sinais, é importante procurar uma avaliação adequada. Soluções como as Nuance Audio™ procuram responder aos desafios de visão e audição no quotidiano, ajudando a tornar a comunicação mais confortável, tanto no trabalho como na vida pessoal.



O cérebro também precisa de férias: como desligar da rotina e recuperar energia mental

Quando pensamos em férias, pensamos quase sempre em descansar o corpo. Mas o cérebro também precisa de uma pausa. Mudar de ambiente, abrandar o ritmo e afastar-se, ainda que temporariamente, das exigências do trabalho e das rotinas pode ajudar a combater a fadiga mental e a recuperar energia.



Segundo a psicóloga Ana Carina Valente, da Timeless by Marta Padilha®, permanecer durante muito tempo sujeito às mesmas exigências e estímulos pode contribuir para dificuldades de concentração, irritabilidade e sensação de exaustão.


Para descansar a mente não é obrigatório fazer uma viagem longa ou dispendiosa. Passar mais tempo ao ar livre, caminhar, conhecer lugares diferentes, reduzir o tempo de ecrã ou simplesmente aproveitar momentos com família e amigos pode fazer a diferença.

As férias podem funcionar como um importante momento de recuperação, mas o desafio é manter alguns destes hábitos ao longo do ano. Dormir bem, fazer pausas, praticar atividade física e reservar tempo para atividades prazerosas são também formas de cuidar diariamente da saúde mental.

Desligar não é perder tempo, é dar ao cérebro a oportunidade de voltar a funcionar com mais clareza, equilíbrio e energia.

Nem todo o inchaço é SIBO: quando os sintomas não devem substituir um diagnóstico

Inchaço, gases, distensão abdominal ou alterações do trânsito intestinal são queixas frequentes. Mas, apesar da crescente popularidade de temas como o SIBO e a microbiota intestinal, estes sintomas não significam automaticamente que exista uma doença específica.



A clínica Timeless by Marta Padilha® alerta para os riscos do autodiagnóstico e defende uma avaliação clínica individualizada.


“Um sintoma não é um diagnóstico. O mesmo inchaço pode ter diferentes causas, pelo que é fundamental analisar a história clínica e toda a informação relevante”, explica a Dr.ª Carolina Ponte.

O SIBO — crescimento excessivo de bactérias no intestino delgado — requer uma avaliação adequada e, quando indicado, exames específicos. Já testes às fezes, como o GI-MAP, podem fornecer informações sobre o microbioma intestinal, mas não permitem, por si só, diagnosticar SIBO.


A mensagem é simples: nem toda a alteração intestinal significa doença e nem todo o inchaço tem a mesma origem. Para perceber sintomas persistentes, é importante cruzar a história clínica, os sintomas e os exames adequados.

Em vez de procurar uma explicação única, uma abordagem personalizada pode ajudar a identificar melhor as causas e a definir estratégias ajustadas a cada pessoa.



Comentários


bottom of page