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  • Foto do escritorbegoodmust

Um novo vinho com duas castas muito gastronómico e perfeito para estar à mesa!

Depois de 12 meses de estágio em barrica de carvalho francês e mais três a seis meses em garrafa, é tempo de provar o novo Monsaraz bivarietal da CARMIM em toda a sua elegância e complexidade. Preço: 10 euros.




Um vinho da colheita de 2020 que se apresenta com uma cor ruby profunda e tem aroma a bagas silvestres e especiarias. Gastronómico, é a companhia perfeita para pratos de carne vermelha, enchidos ou queijos curados.

O lançamento de um novo vinho é sempre o culminar de longos meses de trabalho e o colocar à prova (literalmente) das expectativas criadas. Para a CARMIM é também o desenvolvimento de uma nova referência que pretende ir ao encontro das expectativas dos cada vez mais exigentes consumidores atuais.

No caso deste novo Monsaraz Bivarietal Alicante Bouschet e Aragonez 2020 trata-se também, segundo Rui Veladas, enólogo da CARMIM, de “apresentar uma versão intermédia do que vínhamos a fazer, por um lado, com os vinhos de lote constituídos na sua maioria por pelo menos três castas e a linha de monovarietais que produzimos desde os anos 90”.

A opção foi a criação de “um vinho de introdução ao vinho de lote em que de uma forma mais clara se consegue perceber a relação complementar e simbiótica entre as duas castas escolhidas”, explica Tiago Garcia, também da equipa de enologia da CARMIM.

Decidido que ficou o recurso a apenas duas castas, importa saber o porquê da escolha de Alicante Bouschet e Aragonez especificamente. Tiago Garcia esclarece: “Aromaticamente, ambas as castas têm um perfil de fruta preta e vermelha mas é em boca que se complementam verdadeiramente. O Aragonez, embora tenha bastante estrutura, carece muitas vezes de frescura e de ter uns taninos mais ‘domados’. O Alicante Bouschet, por seu lado, fornece precisamente isso. Mantém – ou até aumenta – a concentração, mas num registo mais fresco e de textura mais aveludada”.


Num mercado tão dinâmico como o dos vinhos, não é descabido falar de tendências. Depois dos vinhos monocasta conseguirem o consenso de uma grande fatia dos consumidores, poder-se-á estar a iniciar a era dos bivarietais. “Não estamos certos que se trate de uma tendência, mas os bivarietais podem realmente ser uma forma de construir pontes entre a tradição (tanto alentejana como portuguesa) de vinho de lote e a sensibilidade de alguns consumidores – nomeadamente dos países anglo-saxónicos – mais habituados a monocastas”.


“O grande desafio na criação deste vinho foi conseguir o equilíbrio entre a exuberância de fruta preta e vermelha pela qual as duas castas são conhecidas, e que queríamos evidenciar, e a demonstração do enorme potencial de guarda que a combinação das duas castas permite”, Rui Veladas, enólogo da CARMIM

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